segunda-feira, 22 de junho de 2015

Por quê? Carmem Martin Pazzanese

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          Não sei porque toda gente
          Insite para eu comer.
          Verduras, mais isto e aquilo:
          "Coma que é para crescer."

          Então porque, não entendo,
          Sem tanta complicação,
          Não ando de salto alto,
          Minha maior ambição.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Os óculos da vovozinha-Carmem Martin Pazzanese

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          Os óculos da vovozinha,
          Eu deixei cair na escada!
          Toda a armação ficou torta,
          Das lentes não salvei nada!

          Vovozinha, não se zangue,
          -Quem é vovó não se irrita,
          Quebrei-os porque sem eles,
          Você fica mais bonita.
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sexta-feira, 12 de junho de 2015

O anjo da guarda-Carmem Martin Pazzanese

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          Eu soube pela Dindinha
          Que tenho um anjo bem forte.
          Desde então sou corajoso! 
          Nada temo, nem a morte.

          Já não corro dos moleques,
          Não é mentira ou bravata.
          Se eu tenho um anjo da guarda,
          Quero ver quem me maltrata.

          Do demônio ele me afasta
          Com uma força protetora!
          Não sei qual seja a sua arma.
          Deve ser metralhadora!...

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Uma carta para o papai do céu-Carmem Pazzanese

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          O marreco, meu amigo,
          Que vai o céu visitar,
          É o portador desta carta
          Que eu lhe desejo mandar.

          Como vai Nossa Senhora?
          E você não se resfria?
          Eu ando com uma tosse!
          Chupo alcaçuz todo dia.

          Aqui não há novidade,
          Mas mamãe vive a chorar.
          Ela me disse:- Meu filho,
          O teu papai vai guerrear.

          Será tão longa a viagem,
          Do futuro eu desconfio.
          Vai sofrer fome, tristezas,
          Saudades, dores e frio.

          E eu disse à minha mãezinha:
          - Não precisa mais chorar.
          Eu conheço o Deus Menino,
          Um Deus nos pode ajudar.

          Aqui vai pois, meu pedido,
          Só em você eu confio.
          Espero logo a resposta,
          Da cartinha que lhe envio.

          O que for melhor, se faça,
          Para o meu papai ficar.
          Minha terra defendida,
          Já pode a guerra acabar?

          De qualquer forma, ele fique.
          Que prazer mamães teria!
          Você dando qualquer jeito,
          Já um milagre seria.

          Ou então, finalizo esta,
          Criança não vai guerrear?
          Torne meu pai pequenino
          E que eu cresça sem parar.

A terra em que nasceste

  Introdução O poema “Pátria” , de Olavo Bilac , convida a criança a olhar com amor, orgulho e admiração para a terra em que nasceu. Em ver...