sexta-feira, 28 de junho de 2013

Canção de Baú- Mario Quintana


Sempre -viva ... Sempre-morta ...

Pobre flor que não teve infância!

E que a gente, às vezes , pensativo encontra

Nos baús das vovozinhas mortas ...


Uma esperança que um dia eu tive

Flor sem perfume, bem assim que foi:

Sempre morta ... Sempre viva ...

No meio da vida caiu e ficou!


Mario Quintana

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