domingo, 17 de agosto de 2014

Sapo Cururu- Manuel Bandeira

Sapo-cururu

Sapo-cururu
Da beira do rio.
Oh que sapo gordo!
Oh que sapo feio!

Sapo-cururu
Da beira do rio.
Quando o sapo coaxa,
Povoléu tem frio.

Que sapo mais danado,
Ó maninha, ó maninha!
Sapo-cururu é o bicho
Pra comer de sobreposse.
Sapo-cururu
Da barriga inchada.
Vôte! Brinca com ele...
Sapo-cururu é senador da República.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ruth Rocha: Histórias para crianças que pensam

  Introdução — Criança também pensa Ruth Rocha não escreve tratando a criança como alguém incapaz de compreender o mundo. Ela conversa com o...