Mil novecentos e pouco.
Se passava alguém na rua
sem lhe tirar o chapéu
Seu Inacinho lá do alto
de suas cãs e fenestra
murmurava desolado
― Este mundo está perdido!
Agora que ninguém porta
nem lembrança de chapéu
e nada mais tem sentido,
que sorte Seu Inacinho
já ter ido para o céu.
Muito interessante esse poema. Mostra como naqueles "mil novecentos e pouco", as pessoas eram educadas. Diferente dos dias de hoje. muitos, nem um "bom dia" desejam ao próximo ! Seu Inacinho, nos dias de hoje teria dando um ataque fulminante ... É muito triste.
ResponderExcluirme ajuda na pagina 110 a 117 urgente porfavor
ResponderExcluir?
ResponderExcluir