Introdução
A poesia infantil tem a capacidade de transformar situações simples do cotidiano em momentos de encantamento, reflexão e descoberta. Nos poemas de Carmen Martin Pazzanese, a infância aparece cheia de curiosidade, humor, afeto, fé, imaginação e ternura.
As crianças retratadas pela autora observam o mundo com espontaneidade: fazem perguntas, inventam explicações, sonham com o futuro, conversam com Deus, demonstram amor pela família e encontram alegria nas pequenas coisas.
Nesta postagem, reunimos alguns desses poemas em um caderno especial, acompanhado de música, vídeo e podcast, para que leitores de diferentes idades possam conhecer e apreciar a delicadeza da poesia de Carmen Martin Pazzanese. O material apresenta poemas sobre família, natureza, brincadeiras, vocações, religiosidade, higiene, alimentação e experiências próprias da infância.
Como ainda existem poucas informações facilmente disponíveis sobre sua trajetória, a postagem pode destacar principalmente as características observadas em sua obra:
A poesia de Carmen Martin Pazzanese volta-se especialmente para o universo infantil. Seus versos apresentam linguagem simples, musicalidade, humor e situações próximas da vida das crianças. A autora transforma acontecimentos comuns — como fazer uma oração, brincar na chuva, visitar a avó, cuidar dos dentes ou imaginar uma profissão — em pequenas narrativas poéticas.
A infância presente nos poemas
Nos poemas reunidos, a infância não aparece como um mundo distante da realidade. Ela é apresentada por meio da casa, da família, das brincadeiras, da escola, dos animais, da natureza e das perguntas que as crianças fazem sobre a vida.
A autora valoriza:
a imaginação infantil;
o amor entre pais, filhos e avós;
a curiosidade;
o humor;
a fé;
os cuidados com o corpo;
a convivência familiar;
os sonhos e as descobertas.
Temas encontrados na poesia de Carmen Martin Pazzanese
Infância, sonhos e vocações
Em poemas que falam sobre o futuro, as crianças imaginam diferentes profissões e tentam compreender o significado de uma vocação.
O poema “Na assembleia da família”, por exemplo, apresenta irmãos reunidos para falar sobre seus sonhos profissionais. Cada um escolhe um caminho, enquanto o irmão menor surpreende a família ao declarar que deseja “estudar para ser Deus”. A fala revela a inocência e a liberdade da imaginação infantil.
Família, carinho e convivência
Pais, mães, avós e outros familiares ocupam um lugar muito especial nos versos da autora.
Poemas como “Para beijar a vovó”, “Os óculos da vovozinha”, “O papaizinho faz anos” e “Oh! se eu fosse o papai!” apresentam relações familiares marcadas pelo carinho, pela admiração e também pelo humor.
Em muitos momentos, a criança demonstra seu afeto de uma maneira criativa, exagerada ou inesperada, tornando o poema divertido e sensível ao mesmo tempo.
Fé e religiosidade na infância
A fé também aparece através do olhar espontâneo das crianças.
Nos poemas “Minha oração”, “Uma carta para o Papai do Céu”, “O anjo da guarda”, “Catecismo” e “Natal”, a criança conversa com Deus de maneira próxima e afetuosa.
As orações misturam grandes pedidos com preocupações muito particulares: a saúde dos avós, o frio sentido pelos passarinhos, as plantas do jardim e até um vaso que foi quebrado. Essa mistura revela a inocência e a sinceridade do pensamento infantil.
Natureza e animais
Pássaros, cigarras, periquitos, cachorros, bois, grilos, patos e estrelas fazem parte do universo poético da autora.
A natureza ganha vida, movimento e sonoridade. A chuva cai no telhado, forma pequenos rios na calçada e permite que a criança solte seus barquinhos. Os animais cantam, brincam e participam das histórias.
Em “Estrelinhas cintilantes”, a autora compara as estrelas do céu, as estrelas do mar, as flores e as crianças, criando uma imagem delicada da criação e da beleza do mundo.
Humor e imaginação
O humor é uma das características mais marcantes desses poemas.
Em “Um cabelo branco”, a criança acredita que encontrou um fio branco por estudar demais, mas descobre que havia usado o pente do avô.
Em “Anedota”, um papagaio fica preso dentro da geladeira e, depois de passar frio durante a noite, declara orgulhosamente que virou um pinguim.
Essas situações inesperadas aproximam a poesia das pequenas histórias e anedotas infantis.
Cuidados, alimentação e higiene
Alguns poemas também apresentam ensinamentos sobre alimentação, crescimento e cuidados com o corpo.
Em “Nossos dentes”, a criança explica a importância da escovação.
Em “Crescer”, aparecem alimentos considerados importantes para o desenvolvimento infantil.
Esses poemas podem ser utilizados para iniciar conversas sobre hábitos saudáveis, sem perder o ritmo, a leveza e o caráter literário.
Poemas selecionados para esta postagem
Sonhos e vocações
“Na assembleia da família”
Discutem, elegem planos,
-Os filhos de uma família.
Rosa já é normalista,
Segue da mamãe a trilha.
Paulo é quase contador.
Ricardo ama cavalos,
Quer ser jóquei ou apostador.
Mauro admira arquitetos,
Sonha com pontes e projetos.
Adorando a matemática,
Só traz notas com louvor.
Carlos será como o pai.
Será médico- doutor.
Abre rãs, repica insetos,
Seu canivete é um terror!
Na assembléia da família,
Fala suave Armandinho.
Já quer ser seminarista,
É a vocação que ele sente.
Quer estudar para ser padre,
Quer ser padre simpl
“Apesar de ser pequeno”
Apesar de ser pequeno
Com papai vivo a estudar,
Pois todinha a medicina
Quer me fazer decorar!
A força , juiz talvez seja,
Delegado ou promotor,
Porque é grande mina de ouro
A gente ser um doutor.
Quer mamãe que eu seja padre.
Será que Deus vai querer?
É coisa que precisamos
Por virtude merecer.
Família e afeto
“Oh! se eu fosse o papai!”
Oh! se eu fosse o papai!
E o papai fosse o filhinho
Assim dizer-lhe ia sorrindo:
-Por que está em casa?
Arre! Chega de estudar.
O jardim está tão lindo!
Pode, meu filho,ir brincar.
Sim, na rua ou no vizinho,
Vá, brinque onde mais gostar
Leve laranjas e doces;
Tem dinheiro pra gostar?
Eu respondo por você.
A roupa? É assim, pra sujar.
"Pois ser criança é um ensejo
Que não mais há de voltar."
Em troca , só quero um beijo.
Oh! se fosse eu o papai
E o papai o filhinho…
“Para beijar a vovó”
Venho bem há oito dias
Chupando balas gostosas,
Comendo geleias frias
Compotas quentes cheirosas!
Adoçando e perfumando
A minha linda boquinha,
Eu estou me preparando
Pra beijar a vozinha.
“Os óculos da vovozinha”
Os
óculos da vovozinha,
Eu deixei cair na escada!
Toda a armação ficou torta,
Das lentes não salvei nada!
Vovozinha, não se zangue,
-Quem é vovó não se irrita,
Quebrei-os porque sem eles,
Você fica mais bonita.
“O papaizinho faz anos”
Paizinho, você faz anos!
Vamos ter coisas gostosas!
Um grande bolo de velas,
Todo enfeitado de rosas!
Estique a cama, paizinho,
Que os presentes vão chegar.
Fiz uma grande encomenda
Que vai, por certo, o agradar.
Tudo eu fui bem escolhendo,
Quero só que você veja.
Coisas úteis, necessárias,
Tudo o que você almeja.
Umas botas, um cachimbo,
Um terno marrom pra estrear,
Uma forte patinete
Pra você ir trabalhar.
Não se assuste não, paizinho,
Eu não andei esbanjando
O seu dinheiro na loja.
Fiz tudo economizando:
Sendo bom na rua e em casa,
Não deixando de estudar,
Deus é quem paga os presentes,
Ele ficou de os mandar.
Fé e religiosidade
“Minha oração”
O Papai do Céu, eu penso
Comigo se vai zangar,
Porque o "Pai Nosso"
inteirinho,
Não consigo decorar.
Rezo bem até o pedaço
Em que se pede o pãozinho.
Faço então minha encomenda:
-Pão, manteiga e um bom queijinho.
Após, eu forcejo, insisto
E o fim da reza não vem.
Depois da palavra "queijo",
Eu só lembro do "Amém"!
“O anjo da guarda”
Eu soube pela Dindinha
Que tenho um anjo bem forte.
Desde então sou corajoso!
Nada temo, nem a morte.
Já não corro dos moleques,
Não é mentira ou bravata.
Se eu tenho um anjo da guarda,
Quero ver quem me maltrata.
“Uma carta para papai do céu”
O marreco, meu amigo,
Que vai o céu visitar,
É o portador desta carta
Que eu lhe desejo mandar.
Como vai Nossa Senhora?
E você não se resfria?
Eu ando com uma tosse!
Chupo alcaçuz todo dia.
“Minha oração”
Deitando- me quando é noite
Com Jesus converso bem.
Mil coisas peço e agradeço
Tudo o que dele vem.
Saúde, paz e... dinheiro
Tenham meus avozinhos;
E dispense Deus cuidados
A todos os orfãozinhos.
Lembro-lhe as aves pequenas
Que no inverno , de manhã,
Sentem frio! Pobrezinhas,
Dai-lhes plumagens de lã.
E o nosso jardim? Coitado!
Onde viçava o craveiro,
Quase perto da varanda,
Eu achei um formigueiro!
Da roseira não me esqueço,
Em fervorosa oração.
Ela sofre de coceiras,
Livrai-a , Deus, do pulgão.
Depois me lembro do vaso,
O de cristal lapidado.
Fazei, Deus, que ninguém veja
Que já está trincado.
Quase dormindo, ainda rezo,
Eu mesmo apagando a luz:
Quero crescer bem depressa,
Sois vós quem manda, ó Jesus!
“No catecismo”
Paulinho, tens três anos,
Que já sabes rezar?
De manhã ou à noite,
Eu sei...responde e para,
O lindo garotinho.
Sei o Sinal da Cruz
Decorado, inteirinho.
Só não sei ainda,
Esparramar na cara.
“Natal”
Pra esquentar o Deus Menino,
Pra Jesus Deus não chorar.
Au, au,au, um cachorrinho
Estava sempre a latir,
Pensando que assim fazia
O Deus criança dormir.
Cri,cri, cri, cantava o grilo
Lá na porta do quintal:
-Venham todos vizinhos
Para a festa do Natal
Natureza e animais
“Passarinhando”
Ontem foi um tico-tico
Que apanhei na laranjeira
Hoje apanhei um sanhaço
No mais alto da figueira.
Não pensem que é maldade
Que eu me fiz passarinheiro
É só para encher de penas,
Da avozinha, o travesseiro
“Escondi uma cigarra”
Quem
não conhece a cigarra,
Quem não gosta de seu canto?
Se existe alguém que a despreze
Não tem alma, causa espanto.
Por que se criam galinhas
Que cantam desenxabidas?
Antes fossem as cigarras
Tratadas e preferidas.
Pra comprar uma gaiola
Eu quisera ter dinheiro:
Prenderia uma cigarra
A cantar o dia inteiro!
Que cozinheira não saiba,
Oh! que coisa divertida!
Eu tenho uma cigarrinha
Na farinheira escondida.
Canta, canta cigarrinha
Que eu quero te ouvir
O teu canto me alegra
E me convida a sorrir.
“O periquito”
Lá
está ele, muito aflito
Passeando no laranjal.
Que tem você, Periquito?
Quero uma casaca nova
Para as festas do Natal.
“Estrelinhas cintilantes”
Deus
pôs no espaço estrelinhas,
Pingos de luz a brincar,
Porque o céu ficava triste,
Quando ia o sol se deitar.
E no mar, como peixinhos,
Deus fez estrelas fulgentes!
Por isso cantam as águas,
Chegam à praia contentes!
Também na terra estrelinhas
Para os jardins Deus formou.
Faltava-lhes alegria,
Assim as flores criou.
Depois Deus, que tudo sabe,
Concretizando esperanças,
Criou mais, mais estrelinhas,
Pondo no mundo as crianças!
Humor e cotidiano
“Um cabelo branco”
Tenho
alguns anos somente
E já preciso estudar!
Eu gosto. Mas certamente,
De tanto assim me esforçar,
Achei um cabelo branco
Logo cedo, ao me pentear.
Foi em casa um tempo quente
Pra me fazer descansar.
Foi tamanho o torvelinho
Que nem me pude explicar:
- Eu não usei o meu pente
E sim o vovozinho.
“Fazer visitas”
É da mamãe escondido
Que eu isto vou lhe dizer:
-Minha maior alegria
São visitas pra fazer.
Ponho-me logo enfeitada,
Fico depressa prontinha.
Pareço uma gente grande
De tão boa e ajuizadinha.
Pois, nas casas a que vamos
Vai logo a dona a dizer:
-Ó copeira , traga um doce
Para a menina comer.
“Por quê?”
Não sei porque toda gente
Insiste para eu comer.
Verduras, mais isto e aquilo:
"Coma que é para crescer."
Então porque, não entendo,
Sem tanta complicação,
Não ando de salto alto,
Minha maior ambição.
“Anedota”
Um
papagaio maroto
Que vivia traquinar,
Entrando na geladeira,
Não pode mais escapar.
Ficou preso a noite toda!
Um frio horrível sofreu.
De manhã a cozinheira
A liberdade lhe deu.
A patroa , muito triste,
Vendo o bichinho a tossir,
Disse:- "Pobre do Lourinho,
Quer esquentar-se e dormir?"
Ele, porém, se emproando,
Foi tomar sol no jardim.
Gritou da porta:- "Ó senhora,
Eu sou pinguim"!
Cuidados e aprendizagens
“Nossos dentes”
Nossos dentes
Vocês vêem meu tamanho?
Ouçam- me, pois, com paciência,
Aproveitando um conselho
Da minha própria experiência.
Ao dia, por duas vezes,
Ou melhor, com mais frequência,
Pessoa grande ou pequena,
Limpe os dentes por decência.
São as joias mais valiosas
Que se poderá ostentar.
Desleixada é toda criança
Que deixa os dentes cariar.
O Totó, que é inteligente,
Estou sempre a aconselhar;
Ao meu lambari do aquário,
Ao gato , vivo a falar:
-Olhe a limpeza da boca,
Faça tempo frio ou quente.
Só com escovinha e pasta,
Se pode ser sorridente.
Eu lhes dou um bom exemplo,
Por isso vivem contentes.
Mesmo com a escova de roupa
Esfrego sempre os meu dentes...
“Crescer”
Toda
criança pequena
Que quer, depressa crescer,
Precisa comer sem manha,
De tudo deve comer.
A couve, a carne, a salada,
O arroz, o nabo e o feijão;
As frutas que são gostosas,
A sopa, a manteiga e o pão.
Pois, quem come direitinho,
Faz a mãezinha sorrir.
Compra ela roupas tão grandes
Para o seu filhinho vestir!
Conversando sobre os poemas
Os poemas de Carmen Martin Pazzanese permitem conversar com as crianças sobre questões muito próximas de sua realidade.
Podem ser propostas perguntas como:
Qual poema parece mais engraçado?
Qual personagem se parece com alguma criança que você conhece?
Que sentimentos aparecem nos poemas?
Como a autora representa a família?
Quais poemas falam sobre sonhos e escolhas?
Como a criança conversa com Deus nos poemas?
Quais animais aparecem nos textos?
Que ensinamentos são apresentados de maneira divertida?
O que os poemas nos fazem sentir?
Os poemas despertam alegria, ternura, curiosidade e identificação.
Muitas situações são contadas como se a própria criança estivesse conversando com o leitor. Por isso, os versos parecem espontâneos e próximos da oralidade.
Ao mesmo tempo, os textos preservam lembranças de uma infância marcada pela convivência familiar, pelas brincadeiras simples, pela religiosidade e pelo contato com a natureza.
A linguagem poética da autora
A autora utiliza versos curtos, rimas, repetições, perguntas e diálogos.
Também encontramos:
onomatopeias, como os sons dos animais;
diminutivos, que reforçam o tom afetivo;
situações narrativas;
desfechos surpreendentes;
humor baseado na lógica infantil;
personificação de animais e elementos da natureza.
Esses recursos tornam os poemas agradáveis para a leitura silenciosa, a leitura em voz alta, a recitação e a musicalização.
Podcast: uma conversa sobre os poemas de Carmen Martin Pazzanese
Neste podcast, vamos entrar no universo poético de Carmen Martin Pazzanese e conversar sobre infância, família, fé, humor, imaginação e naturez. Ao longo do episódio, alguns poemas serão apresentados e comentados, destacando os sentimentos e as reflexões que despertam.
Caderno de poesias
Para reunir e preservar os poemas selecionados, foi criado um caderno especial dedicado à obra de Carmen Martin Pazzanese.
O material pode ser utilizado por famílias, professores, leitores e admiradores da poesia infantil.
Da poesia para a música
O poema que apresenta os versos:
“Pai-mãe, pai-mãe repetindo,
canta a mais linda canção”
foi transformado na música “A Mais Linda Canção”.
A composição preserva a mensagem de amor, gratidão e carinho presente no poema, ampliando sua musicalidade e aproximando a poesia do universo sonoro infantil.
Música: A Mais Linda Canção — primeira versão
Letra baseada em poema de Carmen Martin Pazzanese.
Adaptação musical e produção: Maria Aparecida de Almeida.
Música criada com auxílio de ferramenta de inteligência artificial.
Música: A Mais Linda Canção — segunda versão
As duas versões permitem perceber como uma mesma letra pode receber diferentes melodias, ritmos e interpretações, sem perder a essência poética do texto original.
Vídeo com a letra da música
Link do slide com a letra da música: Música A mais linda Canção.pptx
Esse recurso permite que as crianças acompanhem os versos, cantem e reconheçam palavras e expressões presentes no poema.
Possibilidades pedagógicas
Os poemas podem ser utilizados em momentos de leitura, rodas de conversa, recitação, produção artística e musicalização.
Também permitem trabalhar:
leitura expressiva;
oralidade;
rimas e sonoridade;
interpretação de textos;
sentimentos e valores;
família e convivência;
natureza e animais;
hábitos de higiene;
alimentação saudável;
projeto de vida;
ilustração de poemas;
produção de pequenos versos;
transformação de poemas em músicas.
Sugestões de atividades
Leitura expressiva
Escolher um poema e realizar a leitura com diferentes entonações.
Ilustrando os versos
Cada criança pode ilustrar a estrofe que mais chamou sua atenção.
Meu poema preferido
Os leitores escolhem um poema e explicam por que gostaram dele.
Brincando com rimas
Localizar palavras que rimam e criar novos pares de rimas.
Poema musicado
Experimentar diferentes ritmos para cantar um dos poemas.
Carta ao Papai do Céu
Inspirando-se no poema da autora, escrever uma carta com agradecimentos, pedidos e preocupações.
Quando eu crescer
A partir dos poemas sobre profissões, conversar sobre sonhos, talentos e vocações.
Para pensar
Por que os pensamentos das crianças costumam nos surpreender?
O que podemos aprender quando observamos o mundo pelo olhar infantil?
Será que, ao crescer, deixamos de perceber a poesia presente nas pequenas coisas?
Como a literatura pode preservar lembranças e modos de viver de outras épocas?
Conclusão
A poesia de Carmen Martin Pazzanese revela uma infância sensível, curiosa e cheia de imaginação.
Seus poemas transformam situações comuns em pequenas histórias rimadas, nas quais convivem humor, afeto, fé e aprendizado. Crianças conversam com Deus, sonham com profissões, fazem travessuras, observam os animais, demonstram amor pelos avós e tentam compreender o mundo à sua maneira.
Ao reunir poemas, músicas, vídeos e podcast, esta postagem procura manter viva uma obra que merece ser conhecida, lida e compartilhada com novas gerações.
Créditos
Poemas: Carmen Martin Pazzanese.
Pesquisa, seleção, organização e apresentação do material: Maria Aparecida de Almeida.
Adaptação dos poemas para música: Maria Aparecida de Almeida.
Produção musical: realizada com auxílio de ferramenta de inteligência artificial.
Caderno de poesias, vídeos e podcast: produção organizada para o blog Encanto da Infância: poesias e músicas infantis.
Mensagem final aos leitores
Que os poemas de Carmen Martin Pazzanese continuem despertando sorrisos, lembranças, perguntas e sentimentos.
A infância passa, mas permanece viva nas histórias, nas músicas e nos versos que guardamos no coração.
Encantos da infância: poesias e músicas infantis
Por Maria Aparecida de Almeida
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